quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Nomes para empresas - Sites geradores

Bom galera, estava buscando outros assuntos e nessa pesquisa acabei descobrindo um site com uma lista de 26 geradores para ajudar a criar o nome para a empresa a ser criada. Alguns deles verificam de forma simples se o nome está livre para registro, isso ajuda muito para que no futuro não haja a alteração do nome por problemas jurídicos.

Acesso o link da página e faça a sua escolha quanto a qual portal é o melhor:

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

10 cursos de pós para quem quer turbinar a carreira

cursos-posQuer alavancar sua carreira? Pensa em um reposicionamento profissional? Conheça 10 cursos de pós-graduação que podem ajudar nessa missão!

Cursos de pós-graduação são destinados a alunos que já possuem um diploma de um curso de graduação (licenciatura, bacharelado ou tecnológico).

Possuir um curso de graduação é essencial para o mercado de trabalho, porém, com a alta competitividade, profissionais que possuem um curso de pós-graduação tem um destaque em relação a seus concorrentes. Cursos de pós-graduação preparam o aluno para uma área específica, o que faz com o que o profissional tenha conhecimentos sólidos, sendo essenciais para o mercado de trabalho.

Conheça os 10 cursos de pós-graduação para quem deseja turbinar a carreira:
  • Pós-graduação em Sustentabilidade
  • Pós-graduação em Administração Estratégica
  • Pós-graduação em Gerenciamento de Projetos
  • Pós-graduação em Gestão Financeira
  • Pós-graduação em Gestão Empresarial
  • Pós-graduação em Comunicação Empresarial
  • Pós-graduação em Gestão de Pessoas
  • Pós-graduação em Gestão de Negócios
  • Pós-graduação em Logística
  • Pós-graduação em Gestão de Marketing

Pós-graduação em Sustentabilidade
O curso possui disciplinas voltadas para o setor de negócios, abordando assuntos relacionados à realidades das empresas. O curso também prepara o aluno para lidar com situações de risco, resolvendo esses problemas de acordo com a responsabilidade ambiental e social.

Pós-graduação em Administração Estratégica
O curso de pós-graduação em administração estratégica tem como intuito capacitar o aluno com habilidades de negociar e elaborar projetos de gestão empresarial, através de informações multifuncionais. Também visa fornecer habilidades para que o aluno tenha uma visão inovadora dos processos gerenciais, tomando decisões com base em um análise crítica da realidade.

Pós-graduação em Gerenciamento de Projetos
O curso de pós-graduação em gerenciamento de projetos tem como principal objetivo fornecer aos alunos conhecimentos e habilidades para administrar organizações de diversos tipos, tornando-os aptos a desenvolver processos eficientes e estratégias eficazes de gestão de projetos. O curso pretende também formar profissionais com conhecimentos práticos, para que os mesmos atendam as exigências do mercado de trabalho contemporâneo.

Pós-graduação em Gestão Financeira
O curso de pós-graduação em gerenciamento contábil tem como principal objetivo a capacitação do aluno para tomar decisões baseadas na avaliação e na análise de informações financeiras. Também busca habilitar os profissionais para que tenham a capacidade de analisar e perceber situações de risco, além de propor soluções inovadoras.

Pós-graduação em Gestão Empresarial
O curso de pós-graduação em gestão empresarial tem como intuito fornecer conhecimentos e habilidades para que os alunos trabalhem com as técnicas contemporâneas da área da administração de empresas. Busca também formar profissionais generalistas, para que possam atuar em todos os tipos de empresas, de forma ética e sustentável.

Pós-graduação em Comunicação Empresarial
O curso de pós-graduação em comunicação empresarial tem como objetivo preparar os profissionais para exercer as funções administrativas no mercado de trabalho. O curso possui uma forte base em gestão empresarial. O curso também oferece conhecimentos para que os alunos possam trabalhar com as mídias digitais, utilizando-as da melhor maneira possível.

Pós-graduação em Gestão de Pessoas
O curso de pós-graduação em gestão de pessoas tem o intuito de fornecer conhecimentos e habilidades para que o profissional esteja apto a lidar com o processo de mudanças em empresas, além disso, o mesmo deverá propor estratégias de transformação empresarial. O aluno deste curso também está preparado para aplicar os modelos de gestão de acordo com as oportunidades do mercado, sempre levando em conta o sistema administrativo da organização.

Pós-graduação em Gestão de Negócios
O curso de pós-graduação em gestão de negócios tem como principal objetivo aprofundar os conhecimentos dos alunos em temas relacionados à área da administração e ao campo dos negócios empresariais. O curso prepara o profissional para que o mesmo desenvolva suas habilidades interpessoais, e assuma posições gerenciais, auxiliando no crescimento das organizações.

Pós-graduação em Logística
O curso de pós-graduação em logística tem como intuito atualizar os conhecimentos dos alunos, além de capacitá-los para administrar o fluxo de informações vindas dos clientes. Também oferece conhecimentos para que o profissional tenha habilidade de implementar, planejar e controlar a estocagem dos produtos desde sua origem até o seu consumo, através de ações sustentáveis e integradas.

Pós-graduação em Gestão de Marketing
O curso de pós-graduação em gestão de marketing visa fornecer conhecimentos para que os alunos possam planejar, definir e executar estratégias de marketing, de acordo com a eficácia das mesmas no contexto empresarial. Também prepara o estudante para estruturar soluções tecnológicas e criativas, buscando a inovação organizacional.

Mas como os cursos de pós-graduação são divididos?
Os cursos de pós-graduação são divididos em duas grandes áreas, e possuem características distintas:

Lato Sensu: são direcionados para a atualização dos cursos de graduação e para a atuação profissional mais específica. Esses tipos de cursos de pós-graduação possuem um tempo de duração menor, com cerca de 360 horas. Um exemplo de um curso de pós-graduação lato sensu é o MBA (Master in Business Administration). Esse curso tem como principal objetivo auxiliar os alunos sobre a gestão de uma empresa. O MBA trabalha com as experiências já vivenciadas pelos estudantes, oferecendo ferramentas para administrar qualquer tipo de negócio.

Stricto Sensu: estes cursos de pós-graduação tem relação com a área da pesquisa, são voltados para a formação acadêmica e científica (como o doutorado e mestrado). Esses cursos possuem uma duração maior, o mestrado com cerca de dois anos e o doutorado com cerca de 4 anos.

Referência:
Site Guia da carreira. 10 cursos de pós para quem quer turbinar a carreira. Disponível em: <https://www.guiadacarreira.com.br/carreira/10-cursos-de-pos-para-quem-quer-turbinar-a-carreira/> Acesso em: 25 de outubro de 2018

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Qual o papel do líder? Por Lee Iacocca!

Com a palavra o ex-CEO da Ford e Chysler


Complementando gostaria de sugerir a leitura do livro:
"Iacocca: Uma Autobiografia"

"É a autobiografia mais vendida de Lee Iacocca, co-autoria de William Novak e publicada originalmente em 1984. A maior parte do livro é acompanhada de reminiscências da carreira de Iacocca na indústria automobilística, primeiro com a Ford Motor Company e depois com a Chrysler Corporação."

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Ser gerente é bom negócio?


Imagem relacionadaDiante da recessão em que o Brasil se encontra, está gerente não é tarefa simples. Essa instabilidade faz com que o gestor não tenha planejamento a longo ou médio prazo. O negócio baseia-se no presente, pois, o futuro é incerto. A palavra chave é competitividade, através de corte em custos como de CMO, ou seja, níveis hierárquicos enxutos sem interlocutores, desperdício zero, custo fixos controláveis (água, luz, gás, etc). Portanto, a eficiência é o que importa, fazer com o mínimo de recursos possível a mesma tarefa. Sendo o Gerente o principal afetado ou atingido nessa conjuntura.

Atualmente, os gerentes, coordenadores, supervisores, recebem uma carga cada vez maior de responsabilidades, as quais vem sendo incorporadas de outros cargos inferiores, que pelo corte de custos inexistem nesse novo ambiente competitivo, em contrapartida os salários não são reajustados ou não acompanham essa nova filosofia. Essa reengenharia organizacional não fomenta a grande finalidade da criação de uma empresa, a qual do contrário que todos pensam não é “obter lucro”, a empresa é criada para “atender uma necessidade”, o lucro é secundário. Se a empresa não atender essa “necessidade”, ou seja, se não fizer com qualidade aquilo a que se propõe, não obterá lucro, fadada a fechar as portas.

O Diretor não padece da mesma fragilidade a qual o Gerente enfrenta, sendo esse último atingido diretamente por raios e trovoadas, ou seja, sua exposição é evidente, não que um Diretor não passe por isso, entretanto, com maior proteção e com maior tempo para lidar com adversidades, há uma blindagem maior (isso se aplica para aqueles que estão acima em nível hierárquico do gerente).

A competitividade faz com que relatórios diários (planilhas e mais planilhas) sejam passados para os superiores, é quase como um balancete fosse feito a cada dia, analisando linha a linha, para avaliar o atingimento de metas de curto prazo, até mesmo aferindo apenas o número final. Não levando em consideração (em diversas vezes) políticas implantadas para reduções em CMO, qualidade da CMO brasileira, etc. Há também o contexto econômico atual, onde muitos estão endividados e com poder aquisitivo menor. Fatores que estão inviabilizando o crescimento do negócio. Creditar apenas no gerente os malefícios do negócio não caminhar em uma crescente, já que a cada dia o gerente está deixando de gerir para operar a loja, se tornando um funcionário multitarefa de luxo sem foco no que realmente importa, a administração.

A lógica de comando e controle implementada atualmente, de longe é o melhor modelo, hoje o gerente prepara as costas para carregar o piano (o peso do mau resultado). É necessário um novo padrão, o qual se divida as responsabilidades, recursos sejam compartilhados para assegurar a realização de projetos, atividades  e garantir a qualidade. Esse novo conceito não é só fomentar o gestor com benefícios ou atrativos, passa também por uma mudança na cultural do sistema de trabalho, buscando responder as demandas não só de forma “eficiente”, porém, também “eficaz”, pois, um está interligado com o outro.
Claro que não haverá hoje e muito menos no futuro as robustas estruturas que tínhamos, isso é impossível, porém, não podemos manter um arquétipo de gestão linear dos organogramas tradicionais, onde há escassez de recursos versus maior resultado, com cobranças centralizadas, arapuca perfeita para o Gerente.

Autor: Ednaldo L. da Silva
Bacharel em Administração de empresas

Perguntas comuns em entrevistas de emprego

Embora seja recomendado ter uma resposta ensaiada para cada pergunta (por favor, não!), recomendamos passar algum tempo se acostumando com o que pode ser perguntado, o que os recrutadores estão realmente buscando em suas respostas, e o que é necessário para mostrar que você é a pessoa certa para a vaga.

Considere isso como um guia de estudo para entrevistas:

1. Pode me dizer um pouco sobre você?
Essa pergunta parece simples, então, muitas pessoas falham ao se preparar para ela, mas é crucial. O negócio é o seguinte: não entregue seu completo histórico profissional (ou pessoal). Ao invés disso, faça um discurso rápido – um que seja conciso e atraente e que demonstre exatamente porque você é a escolha certa para a vaga. Comece com 2-3 realizações ou experiências específicas que você mais quer que seu entrevistador saiba e, então, encerre falando sobre como essa experiência anterior te posicionou para essa vaga específica.

2. Como você ficou sabendo da vaga?
Outra questão aparentemente inofensiva que é, na realidade, uma oportunidade perfeita para se destacar e mostrar sua paixão e sua conexão com a empresa. Por exemplo, se você ficou sabendo do trampo através de uma amigo ou de um contato profissional, cite o nome dessa pessoa e, então, compartilhe o porquê de você ter ficado tão animado(a) com isso. Se você descobriu a empresa através de um evento ou artigo, cite isso. Se a encontrou no trampos.co ou em um mural de empregos aleatório, compartilhe o que, especificamente, chamou sua atenção à essa vaga.

3. O que você sabe sobre a empresa?
Qualquer candidato pode ler e regurgitar a página “Sobre” da empresa. Então, quando os entrevistadores perguntam isso, não estão, necessariamente, tentando medir o quanto você entende da missão – eles querem saber o quanto você se importa. Comece demonstrando que você entende os objetivos da empresa, usando algumas palavras-chaves e frases do site e, então, leve para o lado pessoal. Diga: “Sou pessoalmente atraído(a) por essa missão porque…” ou “Eu realmente acredito nessa abordagem porque…” e compartilhe um ou dois exemplos pessoais.

4. Por que você quer este emprego?
Novamente, as empresas querem contratar pessoas que sejam apaixonadas pelo trabalho, então, você deveria ter uma ótima resposta sobre o porquê de querer essa vaga. (E se você não tiver? Provavelmente deveria se candidatar em outro lugar). Primeiro, identifique alguns fatores principais que fazem você se encaixar à vaga (ex:  “Eu amo suporte ao cliente porque amo a constante interação humana e a satisfação que vem ao ajudar alguém a resolver um problema”), então, diga o porquê você ama a empresa (ex: “Sempre fui apaixonada(o) pela educação e acho que vocês estão fazendo grandes coisas, então, quero ser parte disso”).

5. Por que deveríamos contratar você?
Essa pergunta parece direta (e intimidadora!), mas, se te perguntarem isso, você está com sorte: não há melhor situação para vender a si mesmo e suas habilidades ao recrutador. Seu trabalho aqui é criar uma resposta que cubra três coisas: que você não somente pode fazer o trabalho, mas pode entregar ótimos resultados; que você realmente se encaixa com a equipe e com a cultura; que você é uma contratação melhor do que os outros candidatos.

6. Quais são suas maiores forças profissionais?
Ao responder essa questão, a treinadora de entrevistas Pamela Skillings recomenda ser sincero (compartilhando suas verdadeiras forças, não aquelas que você acha que o entrevistador quer ouvir); relevante (escolhendo as forças que sejam mais direcionadas à essa posição em particular); e específico (por exemplo, ao invés de “habilidades com pessoas”, escolha “comunicação persuasiva” ou “construção de relacionamentos”). Então, siga dando um exemplo de como você demonstrou essa características em um ambiente profissional. Quer conhecer melhor as suas forças profissionais? Conheça o Ponto de Partida, o curso online e gratuito do trampos ACADEMY.

7. O que você considera ser sua fraqueza?
O que seu entrevistador está realmente tentando fazer com essa questão – além de identificar qualquer bandeira vermelha – é medir seu autoconhecimento e honestidade. Então, “Eu não consigo entregar no prazo nem que custe minha vida” não é uma opção – muito menos “Nada! Eu sou perfeito(a)”. Encontre um equilíbrio ao pensar em algo que você tem dificuldades mas que está trabalhando para melhorar. Por exemplo, talvez você tenha dificuldades ao falar publicamente mas, recentemente, se ofereceu para comandar reuniões para te ajudar a se acostumar quando se dirigir a uma multidão.

8. Qual é sua maior realização profissional?
Nada diz “contrate-me” melhor do que um histórico de resultados surpreendentes em empregos anteriores, então, não seja tímido quando responder essa pergunta! Uma ótima maneira de se fazer isso é usando o método S-T-A-R (Situação-Tarefa-Ação-Resultado): Explique a situação e a tarefa que você teve que completar para fornecer contexto ao entrevistador, por exemplo: “No meu último emprego como Analista de Social Media Júnior, minha função era gerenciar o monitoramento de menções nas redes sociais”, mas gaste a maior parte do tempo descrevendo o que você realmente fez (ação) e o que você conseguiu (resultado). Por exemplo, “Em um mês, eu simplifiquei o processo, o que economizou, ao meu grupo, 10 horas-homem por mês e reduziu os erros no tagueamento em 25%”.

9. Conte-me sobre um desafio ou conflito que você enfrentou no trabalho e como lidou com isso.
Ao fazer essa pergunta, “seu entrevistador quer ter uma ideia de como você vai responder ao conflito. Qualquer pessoa pode parecer simpática e agradável em uma entrevista, mas o que acontecerá se você for contratado e as reclamações no RH começarem a aparecer?” diz Skillings. Novamente, você deve usar o método S-T-A-R, concentrando-se no modo como você lidou com a situação de forma profissional e produtiva e, idealmente, terminando com um final feliz, como você chegou a uma resolução ou compromisso.

10. Onde você se vê daqui a 5 anos?
Se fizerem essa pergunta, seja honesto e específico sobre seus objetivos futuros, mas considere isso: Um gerente de contratação quer saber se: a) você tem expectativas realistas sobre sua carreira; b) você tem ambição (também conhecido como: essa não a primeira vez que você pensa nisso); e c) a vaga está alinhada com seus objetivos e com seu crescimento. Sua melhor aposta é pensar realisticamente sobre até onde essa vaga pode te levar e responder de acordo com essa linha de raciocínio. E se a vaga não for, necessariamente, uma passagem de ida às suas aspirações? É normal dizer que você não tem certeza sobre o que o futuro reserva mas que você enxerga que essa experiência tenha um papel importante em te ajudar a tomar essa decisão.

11. Qual é o seu emprego dos sonhos?
Seguindo a mesma ideia, o entrevistador quer descobrir se essa vaga está realmente em conformidade com seus objetivos de carreira. Embora “uma estrela da NBA” possa garantir algumas risadas, uma melhor aposta é falar sobre seus objetivos e ambições – e por que este emprego te aproxima deles.

12. Você se candidatou para quais outras empresas?
Empresas perguntam isso por uma série de razões, desde querer ver qual é a concorrência por você até descobrir se você é sério sobre a área. “Frequentemente, a melhor abordagem é mencionar que você está explorando outras opções parecidas na área da empresa”, diz o especialista em pesquisa de vagas Alison Doyle. “Pode ser útil mencionar que uma característica em comum das vagas que você se candidatou é a oportunidade de aplicar algumas habilidades e competências críticas que você possui. Por exemplo, você pode dizer “estou me candidatando para diversas vagas em startups, onde eu posso analisar as necessidades do cliente e traduzi-las para as equipes de desenvolvimento, para que encontrem soluções aos problemas tecnológicos”.

13. Por que você está saindo do seu emprego atual?
Essa é difícil, mas garanto que você será questionado. Definitivamente, mantenha o tom positivo – você só tem a perder ao ser negativo sobre seus empregadores anteriores. Ao invés disso, monte as coisas de uma forma que mostre que você está ansioso(a) para assumir novas oportunidades e que a vaga que você está se candidatando é uma opção melhor do que seu último ou atual emprego. Por exemplo, “Eu realmente amaria ser parte do desenvolvimento de produto, do começo ao fim, e eu sei que teria essa oportunidade aqui”. E se você foi dispensado? Seja simples: “Infelizmente, fui dispensado” é uma resposta totalmente normal.

14. Por que você foi demitido?
Certo, se você receber a difícil pergunta que segue o porquê de você ter sido dispensado (e a verdade não é exatamente bonita), sua melhor aposta é ser honesto. O mundo da busca por emprego é pequeno, afinal. Mas isso não precisa ser um obstáculo. Conte como você cresceu e como você se relaciona com seu trabalho e com sua vida como resultado disso. Se você conseguir posicionar a experiência de aprendizado como uma vantagem para essa vaga, melhor ainda.

15. O que você procura em um novo emprego?
Dica: O ideal é citar as mesmas coisas que essa posição tem para oferecer. Por isso, seja específico.

16. Qual tipo de ambiente de trabalho você prefere?
Dica: Idealmente algum que seja parecido com o ambiente da empresa que você está se candidatando. Novamente, seja específico.

17. Qual o seu estilo de gerenciamento?
Os melhores gestores são fortes, porém flexíveis. E isso é exatamente o que você quer demonstrar em sua resposta. Pense em algo do tipo: “Embora toda situação e todo membro da equipe requerer uma estratégia diferente, eu me aproximo dos meus funcionários como um orientador…”. Então, compartilhe alguns dos seus melhores momentos gerenciais, como quando você cresceu sua equipe de 5 para 15 ou quando orientou um funcionário de baixo desempenho a se tornar o melhor vendedor da empresa.

18. Quando foi que você exerceu liderança?
Dependendo do que é mais importante para a vaga, você pode escolher um exemplo que demonstre suas habilidades de gerenciamento de projetos (liderando um projeto de ponta a ponta, fazendo malabarismos com várias partes móveis) ou um que demonstre sua capacidade de acelerar a equipe com confiança e eficácia. E lembre-se: “As melhores histórias incluem detalhes suficientes para serem acreditáveis e memoráveis”, diz Skillings. “Mostre como você foi um líder naquela situação e como isso representa sua experiência geral de liderança e seu potencial.”

19. Quando foi que você discordou de uma decisão que foi feita no trabalho?
Todo mundo discorda do chefe de tempos em tempos, mas, ao perguntar isso na entrevista, os gerentes de contratação querem saber se você pode fazer isso de modo produtivo e profissional. “Você não vai querer contar a história de quando você discordou, mas seu chefe foi um babaca e você voltou atrás só para manter a paz. E você não vai querer contar aquela onde você percebe que estava errado(a)”, diz Peggy Mckee da empresa Career Confidential. “Conte uma história onde suas ações fizeram uma diferença positiva no resultado da situação, seja o resultado relacionado ao trabalho ou a um relacionamento de trabalho mais eficaz e produtivo.”

20. Como seu chefe e seus colegas te descreveriam?
Antes de tudo, seja honesto (lembre-se, se você conseguir este emprego, o gerente de contratação irá ligar para seu chefe e seus colegas anteriores!). Então, tente falar sobre as forças e características que você ainda não discutiu em outros momentos da entrevista, como sua forte ética profissional ou sua vontade de entrar em outros projetos quando necessário.

21. Por que há uma lacuna em seu histórico profissional?
Se você esteve desempregado por um período de tempo, seja direto ao ponto sobre o que esteve fazendo (tomara que seja uma coleção de voluntariados impressionantes e outras atividades enriquecedoras da mente, como escrever um blog ou tomar aulas). Então, dirija a conversa para como você vai fazer o trabalho e contribuir para a empresa: “Eu decidi fazer uma pausa no momento, mas atualmente estou pronto para contribuir com essa empresa das seguintes maneiras”.

22. Pode nos explicar por que mudou de carreira?
Não se assuste com essa pergunta – apenas respire profundamente e explique ao gerente de contratação porque você tomou tais decisões. Mais importante, dê alguns exemplos de como sua experiência anterior é transferível para a nova função. Não precisa ser uma conexão direta; de fato, é mais impressionante quando um candidato faz com que experiências aparentemente irrelevantes se tornem muito relevantes para a função.

23. Como você lida com a pressão ou situações estressantes?
“Escolha uma resposta que mostre que você pode encarar uma situação estressante de uma maneira produtiva e positiva e que nada vai te impedir de conquistar seus objetivos”, diz Mckee. Uma ótima abordagem é falar sobre sua tática de redução de estresse (fazer do mundo uma grande lista de afazeres, parar para respirar 10 vezes) e, então, dar um exemplo de uma situação estressante que você navegou com facilidade.

24. Como seriam seus primeiros 30, 60 ou 90 dias nessa vaga?
Comece explicando o que você precisaria fazer para acelerar. Qual informação precisaria? Quais partes da empresa precisaria se familiarizar? Com quais outros funcionários você gostaria de se sentar? Em seguida, escolha alguma áreas onde você acha que pode fazer contribuições significativas logo de início (ex: “Eu acho que um ótimo projeto de início seria mergulhar nas campanhas de e-mail marketing e criar um sistema de rastreamento para elas”). Claro, se você conseguir o emprego, você (ou seu novo empregador) podem decidir que há um melhor lugar para começar, mas ter uma resposta preparada irá mostrar ao entrevistador onde você pode adicionar impacto imediato – e que você está ansioso para começar.

25. Qual é sua pretensão salarial?
A regra número 1 para se responder a essa questão é fazer sua pesquisa sobre o que você deveria receber usando sites como o Payscale e o Glassdoor. Você, provavelmente, vai descobrir um intervalo e recomendamos que indique o maior número desse intervalo, de acordo com sua experiência, educação e habilidades. Então, garanta que o gerente de contratação saiba que você é flexível. Você está comunicando que sabe que suas habilidades são valiosas, mas que quer o emprego e está disposto a negociar.

26. O que você gosta de fazer nas horas vagas?
Entrevistadores fazem perguntas pessoais para “ver se o candidato se encaixa com a cultura [e] para darem a eles a oportunidade de se abrirem e mostrarem suas personalidades, também”, afirma o gerente de contratação Mitch Fortner. “Em outras palavras, se alguém perguntar sobre seus passatempos fora do trabalho, é totalmente aceitável se abrir e compartilhar o que você realmente gosta de fazer. (Porém, seja semiprofissional: dizer que você gosta de algumas cervejas no sábado à noite é normal. Dizer que segunda-feira é um dia difícil porque você está sempre de ressaca, não).”

27. Se você fosse um animal, qual gostaria de ser?
Perguntas aparentemente aleatórias, do tipo teste de personalidade como essa, aparecem nas entrevistas geralmente porque os gerentes de contratação querem ver como você pensa rápido. Não há resposta errada aqui, mas você vai imediatamente ganhar pontos se sua resposta te ajudar a mostrar suas forças ou sua personalidade ou se ela se conectar com o gerente de contratação. Dica pró: utilize uma técnica de enrolação afim de ganhar mais tempo para pensar, dizendo “Olha, essa é uma ótima pergunta. Eu diria que…”

28. Quantas bolas de tênis você consegue colocar em uma limusine? 1.000? 10.000? 100.000? Sério?
Bem, falando sério, você pode receber perguntas desafiadoras como essa, especialmente em trabalhos quantitativos. Mas, lembre-se que o entrevistador não, necessariamente, quer um número exato – ele quer ter certeza de que você entende o que está sendo perguntado e que você consegue montar uma resposta sistemática e lógica. Então, respire fundo e comece a calcular. (Sim, é aceitável pedir caneta e papel!)

29. Você está planejando ter filhos?
Questões sobre sua família, gênero (“Como você gerenciaria uma equipe só de homens?”), nacionalidade (“Onde você nasceu?”), religião ou idade são ilegais – mas mesmo assim eles perguntam (e frequentemente). Claro, nem sempre com más intenções – o entrevistador pode estar apenas tentando conversar – mas você deveria definitivamente direcionar qualquer pergunta sobre sua vida pessoal (ou qualquer coisa que você ache inapropriado) ao emprego em questão. Para essa pergunta, uma resposta: “Sabe, eu ainda não pensei nisso. Mas estou muito interessado(a) no plano de carreira da sua empresa. Pode me falar mais sobre isso?”.

30. O que você acha que podemos fazer melhor ou diferente?
Essa pergunta é comum em startups. Recrutadores querem saber se você não somente estudou sobre a empresa, mas que é capaz de pensar criticamente sobre ela e trazer novas ideias a mesa. Então, bole novas ideias! Quais novas funcionalidades você gostaria de ver? Como a empresa poderia aumentar as conversões? Como o atendimento ao cliente poderia ser melhorado? Você não precisa entender a estratégia da empresa pelos próximos 4 anos, mas compartilhe suas ideias e, mais importante, mostre como seus interesses e conhecimentos ajudariam no trabalho.

31. Você quer perguntar alguma coisa?
Você, provavelmente, já sabe que uma entrevista não é somente uma chance do entrevistador descobrir tudo sobre você – é sua oportunidade de farejar se o emprego é certo para você. O que você quer saber sobre a vaga? A empresa? O departamento? A equipe? Você vai cobrir grande parte disso durante a entrevista, então tenha algumas perguntas menos comuns prontas para serem feitas. Nós gostamos, especialmente, de perguntas voltadas ao entrevistador (“Qual é sua parte favorita de trabalhar aqui?”) ou o crescimento da empresa (“O que você pode me dizer sobre seus novos produtos e planos de crescimento?”)

Agora que você conhece as 31 perguntas mais comuns de entrevistas, está na hora de colocar em prática. Encontre vagas na sua área e boa sorte!

Referência:
VILAVERDE, Ludmila. Disponível em: <http://tutano.trampos.co/14124-31-perguntas-mais-comuns-de-entrevistas/> Acesso em: 04 de outubro de 2018

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Educação, política, assistencialismo


Essa ultima pesquisa para presidente aferida pelo Ibope ontem(18/07/18) nos mostra o quanto a máquina do governo ou aqueles que lá estiveram criam o chamado voto de cabresto, o qual o eleitor não vota nas propostas ou no candidato e sim naquele que lhe proporcionou migalhas assistencialistas, não lhes concebendo seus direitos constitucionais básicos como educação e saúde.

O fator escolaridade na minha concepção é o que considero mais importante, já que quanto maior o nível escolar melhor será a percepção ou entendimento da realidade para o indivíduo, acompanhado de uma maior possibilidades para desenvolvimento ou crescimento meio a sociedade. Sendo assim, entre as faixas escolares a única que o PT vence é até a 8ª série do fundamental, em todas as outras ele perde. É comprovado que quanto menor a escolaridade menores são as chances de desenvolvimento profissional e logicamente obter ganhos salarias maiores, subentende-se que houve um assistencialismo maior no período do governo do PT, bem como analisando por região o Nordeste é a mais carente e menos desenvolvida do País (onde o PT obtém vitória), plataforma essa copiadas por outras siglas. Não há preocupação/interesse em fazer com que essa parcela da população sai dessa situação, pois, quanto maior o grau de instrução menor é a dependência do indivíduo em relação aos governos em geral, criando a independência assistencialista, criando intelecto de conceitos de culturais, de crítica, posições, analisar e dialogar sobre diversos assuntos.

A mídia com seu discurso partidário e ideológico não sendo em momento nenhum imparcial calibra as tendências ou a chamada "massa de manobra" para onde convém seus interesses, somado-se a campanhas de marketing mostrando a irrealidade (o inverso da realidade). Tudo isso acrescentado aos aspectos ditos no parágrafo acima demostra a dificuldade de sairmos do abismo que nos encontramos como nação. Não acredito que um presidiário (Lula) possa ser a nossa melhor opção para comandar a marionete que nos apresenta na TV como candidato.

Tudo começa pela educação, se não houver desenvolvimentos intelectual estaremos sempre no fundo do posso, nos rankings dos piores países da América Latina ou do mundo, visto como uma republiqueta. Não se esqueça: "o errado é errado mesmo que todos estejam fazendo, o certo é certo embora ninguém o faça".

Autor: Ednaldo L. da Silva
Bacharel em Administração de Empresas
Universidade Estácio de Sá

domingo, 16 de setembro de 2018

Quem foi Karl Marx?

Karl Heinrich Marx, conhecido apenas como Karl Marx, nasceu em maio do ano de 1818 e morreu em março de 1883. Marx foi um importante revolucionário e intelectual alemão, fundador da doutrina comunista moderna. Além disso, ele ainda atuou como filósofo, economista, historiador, jornalista e teórico político.

A ideia marxista é uma crítica bem radical às sociedades capitalistas, mas não se limita a apenas a teoria. Aliás, Karl acaba sendo opositor entre a prática e a teoria dessa ideia, ou seja, contra a separação da realidade e do pensamento.


terça-feira, 17 de julho de 2018

A Batalha dos EMPRÉSTIMOS! Geru, Lendico, Just, Simplic, Moneyman e Cre...

A Batalha dos EMPRÉSTIMOS online mais baratos!  Geru, Lendico, Just, Simplic, Moneyman e Creditas, qual é o melhor?!
Existem várias plataformas de empréstimo pessoal online no mercado e mais barato do que os grandes bancos, isso é ótimo, afinal o seu banco não é o único lugar que você tem para comparar taxa de juros! 
Mas qual empréstimo online mais barato e rápido?! Na tabela coloquei a média da taxa de juros cobrada por cada um, Geru, Just, Lendico, Simplic, Moneyman e Creditas... eles não falam especificamente a taxa de juros, mas já conseguimos ter uma noção.
A ideia de trocar uma dívida cara por uma mais barata é ótima, por isso devemos pesquisar e conseguir o empréstimo pessoal mais barato! Nada de pagar altas taxas de juros!
A Geru, Just e Lendico dificilmente emprestam para negativados, pessoas com nome sujo, por isso a taxa de juros cobrada é baixa...porque o risco é baixo. Já Simplic e Moneyman emprestam para negativados, por isso a taxa de juros é alta, afinal o risco de não receber o dinheiro de volta é alto.
Está querendo crédito para pagar seu cartão de crédito, trocar de carro, reformar a casa, viajar? essas plataformas podem ser uma boa opção, porém a melhor opção mesmo é se planejar, planejamento financeiro é tudo! Poupar e investir mês a mês para realizar seus sonhos, sem desespero...assim será bem melhor para o seu bolso!
Espero que goste do vídeo!

Referência:
EconoMirna, Julieta.  A Batalha dos EMPRÉSTIMOS!. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=U_udE7up02k> Acesso em: 04 de outubro de 2018

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

VIDEO LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO OFICIAL

A cada novo desafio nos colocamos frente a frente com nossos limites, nunca desistir simplesmente por não poder conseguir, continue... Nada é impossível!



sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Seja o treinador de sua vida - Fiona Harrold


Para começar, goste de si mesmo! Esse é o mais importante ingrediente da autoconfiança. Pessoas que se amam são alegres e otimistas, sentem-se bem consigo mesmas, e os outros gostam de estar com elas. Depois, faça a escolha certa dos seus pensamentos. Você é a soma total dos seus pensamentos. Dizem que temos 90 mil pensamentos por dia, dos quais 60 mil são repetitivos – ou seja, repetimos os mesmo pensamentos muitas vezes por dia.

Então, a única diferença entre um otimista e um pessimista é o que eles escolhem como centro de seus pensamentos. E é você quem tem a liberdade de escolher que tipo de pensamento vai conservar e qual vai dispersar... Por isso, diga “não” aos pensamentos que causam um estado de espírito negativo e procure outros que provoquem otimismo e alegria.
Outro recurso para adquirir autoconfiança é a escolha das influências que deseja receber. Você sabe, estamos expostos a todo tipo de influência e opiniões diariamente. Por isso saiba exatamente o que o influencia e escolha as quais influências expor-se. Inunde a sua mente com pensamentos e ideias animadoras e positivas... Leia biografias de pessoas que fizeram coisas extraordinárias; desenvolva a imunidade ao pessimismo de modo a não absorvê-lo.

Por fim, cuidado com as comparações. A maneira rápida de você acabar com sua autoconfiança é comparar-se com pessoas erradas. Portanto, não coloque ninguém em um pedestal. A melhor maneira de agir é esquecer as comparações e escolher alguém de valor como exemplo – uma pessoa que tenha qualidades e características que você admira e que poderá lhe ensinar alguma coisa.


Texto de Fiona Harrold, extraído do livro “Seja o treinador de sua vida”.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Na hora certa, no lugar certo


Usualmente definimos o real significado da palavra “sorte” como sendo a combinação entre a capacidade de fazer acontecer e a oportunidade para fazer acontecer. Sorte é estar no local certo, na hora certa e devidamente capacitado a fazer as coisas acontecerem.

Por outro lado, nem sempre é verdadeira a afirmação de que muitas oportunidades são perdidas por não estarmos na hora certa e no local certo onde as coisas acontecem. De fato, para pessoas vencedoras não existe uma hora ou local específico para fazer as coisas acontecerem. Para essas pessoas, toda hora é hora independentemente do local.

Melhor dizendo, podemos afirmar que a oportunidade poderá surgir a qualquer momento, desde que estejamos preparados para primeiramente enxergá-la e, em segundo lugar, capacitados para fazer com que as coisas aconteçam. Adaptando um velho adágio, costumo mencionar que existem cinco tipos de pessoas:

· Aquelas que fazem as coisas acontecerem;
· Aquelas que acham que fazem as coisas acontecerem;
· Aquelas que observam as coisas acontecerem;
· Aquelas que se surpreendem quando as coisas acontecem;
· Aquelas que não sabem o que aconteceu.

A única forma que realmente nos interessa para o alcance do sucesso é a que indica claramente a necessidade de fazermos as coisas acontecerem, pois, como bem disse Geraldo Vandré: “quem sabe faz a hora não espera acontecer”.

Só a vontade de mudar não basta. É necessário, portanto, ter capacidade e conhecimento de causa para fazer acontecer, lembrando-se sempre de que a velocidade é importante, desde que estejamos correndo na direção certa. Com rumo definido, capacidade e conhecimento de causa, estaremos em condições de sempre enxergar as oportunidades.

Texto do professor Luiz Roberto Carnier, adaptado do livro: “Marketing Silencioso – quando a propaganda ‘NÃO’ é a alma do negócio”.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Equidade x desigualdade social



Em um País onde nossos representantes constitucionais no âmbito da política são tratados com tantos mimos e privilégios não será difícil encontra outras Ilhas das Flores. A corrupção está dentro dessas pessoas e faz parte de seus instintos, são capazes de levarem milhares ou milhões de pessoas a miséria extrema só para acumular moeda de troca em suas contas, ou melhor, as contas dos laranjas. Essa é uma das causas para o surgimento da Ilha das Flores. Quando se prioriza deixar de levar comida, moradia, segurança e educação, para construirmos gigantescos blocos de concretos, os quais em seu conjunto levarão o nome de algum político, deixamos de proporcionar aos seres de intelecto superior a oportunidade de desenvolverem-se e usarem sua capacidade para alcançar objetivos que antes seriam incapazes.

Todo o relato histórico do sistema capitalista nos faz ponderar acerca de como nossos atos causam efeitos destrutivos aos outros dentro do mesmo sistema. As desigualdades sociais são visíveis e estão em cada esquina, morro, favela, beco ou avenida, espalhado por todo o canto. Quanto à equidade é uma situação impossível de ser alcançada dentro do sistema capitalista ou dentro de qualquer outro sistema de venha a ser criado. Complexo é como se pode adjetivar o meio social.

Pode-se falar que as oportunidades estão aí e acessíveis a todos, porém, como competir em igualdade de condições, já que aqueles míseros moradores ou habitantes das diversas “Ilhas das Flores” não conseguem nem alimentarem-se com dignidade, quanto mais, desenvolverem suas capacidades intelectuais para então estarem aptos para buscar uma vida melhor e justa. O acumulo de riquezas nas mãos de poucos e a total falta de compromisso, ética, moral e caráter por parte dos administradores, legisladores ou servidores públicos nos fazem cair ao chão quando pensamos em uma sociedade melhor. É frustrante observar as inúmeras Ilhas de misérias espalhadas nas cidades ou no campo.

A liberdade conquistada e almejada por tantos ao redor do mundo é aqui de certa forma distorcida, pois, não existe liberdade quando há limitações e desigualdades de condições, ficando impossível que todos tenham como alcançar e conquistar seus objetivos dentro da sociedade, portanto, a liberdade, o livre arbítrio existe, porém, distorcidos de sua forma legal ou ideal, já que não há como alguém que se alimenta de resto de comida dizer que está inserido em um meio de sobrevivência social com equidade.

A “enorme” distância que o homem julga como sociedade perfeita dentro de suas concepções e ideais, distorce a realidade ou neblina a realidade, a que tantos conhecem de fora para dentro, nem de longe obtêm totalidade ou superioridade que as tenha como perfeita. Capitalismo, modelo ideal? Causador da desigualdade? Somos capazes de nos destacarmos da multidão e chegar ao ápice de nossa capacidade evolutiva como ser humano? As perguntas são muitas, com centenas de respostas, as quais nem sempre conseguem responder de forma plausível as nossas dúvidas, porém, as perguntas são necessárias e nos incitarão para obter respostas quanto as nossas dúvidas, lamentos e esperanças quanto a uma sociedade melhor.

Portanto, há diversos fatores que levam a situação encontrada na Ilha das Flores. Cabe ressaltar aqui a corrupção enraizada em nossa cultura, pois, não só o sistema capitalista é culpado por todos os nossos defeitos sociais, já que somos um país rico em recursos. O individualismo cada vez maior e a falta de princípios morais também podem ser considerados variáveis que influenciam a atual sociedade, não há coletividade, civilidade, dignidade, princípios para os quais recorrerem, chegou ao ponto de darmos prioridade aos porcos, ao invés de alimentarmos nossos iguais.

Ednaldo L. da Silva
Graduando em Administração de Empresas
UGF - Universidade Gama Filho

A Igreja Católica frente às novas concepções


Foto: Ednaldo L. da Silva (Guarabira-PB)

O número de católicos no Brasil vem decrescendo a cada nova pesquisa a nível nacional. Tendo a igreja católica uma linha centralizadora de poder (Vaticano) muito conservadora ou ortodoxa, tem nos jovens atuais um de seus pontos fracos quanto à renovação de seus fieis, pois, estes buscam inovação e formas diferentes de demonstrar sua religiosidade.

Se posicionando de forma ortodoxa faz com as novas gerações tenha uma percepção de métodos antigos, bem como posicionamento equivocados quanto a realidade, como o não apoio ao uso da camisa como forma do diminuir os casos de HIV nas sociedades mundiais.

Do outro lado da moeda os evangélicos têm captado a mensagem e se adaptado, criando um ambiente no qual as novas gerações se identificam e preconizam a sua fé, aumentado assim, os números de fiéis em suas instituições.

Ednaldo L. da Silva
Graduando em Administração de Empresas
Universidade Gama Filho

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Steve Jobs | Palestra em Stanford

Discurso de Steve Jobs, CEO da Apple and Pixar Animation, para a turma de formandos do ano de 2005 em Stanford-EUA.


Completo



quarta-feira, 13 de julho de 2011

TAYLOR | Administração científica

Taylor observou que o sistema de Gestão na sua época, tinha muitas falhas, entre elas:

1 - a falta de padronização dos métodos de trabalho;
2 - o desconhecimento por parte dos administradores do trabalho dos operários;
3 - a forma de remuneração utilizada nas empresas.
Com intuito de "solucionar" essas falhas, Taylor foi o criador da Administração Científica que tem ênfase nas tarefas, tem objetivo de eliminar os desperdícios e reduzir os custos.
No seu livro "Administração de Oficinas" (1903), Taylor recomenda a racionalização do trabalho por meio do estudo dos tempos e movimentos. Sendo assim, o operário seria escolhido pela sua habilidade em determinada atividade (divisão do trabalho), treinado e conseguindo produzir mais em menos tempo, sem elevar os custos com a produção da empresa.
Taylor, também acredita que a remuneração do operário deve ser feita de acordo com a sua produção, incentivando-o a produzir mais.
Algumas vantagens do estudo dos tempos e movimentos:
1 - Eliminação do desperdício de esforço e movimentos inúteis;
2 - Racionalização da seleção dos operários e sua adaptação ao trabalho;
3 - Facilita o treinamento e melhora a eficiência e rendimento.
4 - Organização Racional do Trabalho, onde os operários realizam tarefas de forma mais simples e rápida, com um tempo médio determinado, conseguindo que as tarefas fossem feitas em menor tempo, reduzindo os custos com a produção da empresa.
Agora, também algumas críticas:
1 - Homem Máquina, para referência o clássico filme "Tempos Modernos" de Chaplin;
2 - Sistema fechado e limitado.
Durante a minha graduação, algumas pessoas concordavam e/ou discordavam com a teroria de Taylor, mas não podemos esquecer da sua importância nos princípios da Teoria Geral da Administração e em todo o seu desenvolvimento.



Autora: Flávia Rabachim
Site Administradores
http://www.administradores.com.br/artigos/academico/administracao-cientifica-taylor/98479/

REFERÊNCIAS: 
Sobre Administração 
Info Escola

Michael Porter | Estratégia

Michael Porter - MANAGEMENTV















Henry Mintzberg | Documentário

Documentário feito pela Universidade McGill sobre a carreira de Henry Mintzberg, criador do CoachingOurselves. Neste vídeo, Mintzberg fala sobre os conceitos que o levaram a criar o programa CoachingOurselves de desenvolvimento de gestores.



GESTÃO EMPRESARIAL | Zé Executivo

Esse é um vídeo didático que contém informações a respeito da comunicação das estratégias, o alinhamento organizacional, os sistemas de reconhecimentos e a integração entre a estratégia e o nível operacional.

terça-feira, 12 de julho de 2011

GARANTIAS E PRIVILÉGIOS DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO

Este material tem a finalidade de oferecer uma noção de pontos do Direito Tributário, com destaques para as "As Garantias e Privilégios do Crédito Tributário e a Administração Tributária". Esses assuntos estão no Código Tributário Nacional, respectivamente nos artigos 183 a 218. Onde disciplina as garantias e privilégios inerentes ao Crédito Tributário de forma simples e objetiva.

  • Garantia é o meio de assegurar um direito.
  • Privilégio é a ordem de preferência que usufrui o crédito tributário no concurso com os demais.
Porém, nem sempre é possível fazer uma distinção nítida entre garantia e privilégio.

Diz o Código Tributário (Art.183 CTN) que a enumeração das garantias atribuídas por ele do crédito tributário não exclui outras que sejam expressamente previstas em lei em função da natureza ou das características do tributo a que se refiram. O legislador federal, estadual ou municipal, estipular garantias para o crédito tributário, além das previstas no CTN.

O Direito que tem a Fazenda Pública de exigir o crédito tributário prevalece sobre os interesses dos particulares, exceto em relação aos créditos trabalhista.

Respondem pelo crédito tributário tanto os bens quanto as rendas do sujeito passivo, do espólio e da massa falida (mesmo bens hipotecados ou penhorados, ou com cláusula de impenhorabilidade absoluta decorrente da lei).


Art. 649/CPC. São absolutamente impenhoráveis:

I - os bens inalienáveis e os declarados, por ato voluntário, não sujeitos à execução;
II - as provisões de alimento e de combustível, necessárias à manutenção do devedor e de sua família durante 1 (um) mês;
III - o anel nupcial e os retratos de família;
IV - os vencimentos dos magistrados, dos professores e dos funcionários públicos, o soldo e os salários, salvo para pagamento de prestação alimentícia;
V - os equipamentos dos militares;
VI - os livros, as máquinas, os utensílios e os instrumentos, necessários ou úteis ao exercício de qualquer profissão;
VII - as pensões, as tenças ou os montepios, percebidos dos cofres públicos, ou de institutos de previdência, bem como os provenientes de liberalidade de terceiro, quando destinados ao sustento do devedor ou da sua família;



Art. 813 do CC.

VIII - os materiais necessários para obras em andamento, salvo se estas forem penhoradas;
IX - o seguro de vida;
X - o imóvel rural, até um módulo, desde que este seja o único de que disponha o devedor, ressalvada a hipoteca para fins de financiamento agropecuário.

O fato de ser atribuída ao crédito tributário uma garantia qualquer, real ou fidejussória, não lhe altera a natureza, ou seja, não deixa de ser tributário por ser hipotecário, ou cambiário, em função da garantia que lhe tenha sido atribuída.

O crédito tributário prefere a qualquer outro, exceto aos da legislação trabalhista. A cobrança judicial do crédito tributário não sujeita ao concurso de credores, ou seja, não concorrem com ele outros créditos para fins de cobrança na proporção que lhes seja devido, por rateio dos bens arrecadados no curso do processo executivo. Da mesma forma, não se submete a habitação em falência, concordata, inventário ou arrolamento.

Havendo mais de uma pessoa jurídica de direito público com o crédito tributário a receber, verifica-se o concurso de preferências, na seguinte ordem:
1)      União;
2)      Estados, Distrito Federal e territórios, conjuntamente e mediante rateio;
3)      Municípios, conjuntamente e por rateio.
Art. 183. A enumeração das garantias atribuídas neste Capítulo ao crédito tributário não exclui outras que sejam expressamente previstas em lei, em função da natureza ou das características do tributo a que se refiram.
Parágrafo único. A natureza das garantias atribuídas ao crédito tributário não altera a natureza deste nem a da obrigação tributária a que corresponda.

Art. 184. Sem prejuízo dos privilégios especiais sobre determinados bens, que sejam previstos em lei, responde pelo pagamento do crédito tributário a totalidade dos bens e das rendas, de qualquer origem ou natureza, do sujeito passivo, seu espólio ou sua massa falida, inclusive os gravados por ônus real ou cláusula de inalienabilidade ou impenhorabilidade, seja qual for a data da constituição do ônus ou da cláusula, excetuados unicamente os bens e rendas que a lei declare absolutamente impenhoráveis.

Art. 185. Presume-se fraudulenta a alienação ou oneração de bens ou rendas, ou seu começo, por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública, por crédito tributário regularmente inscrito como dívida ativa.
Parágrafo único. O disposto neste artigo não se aplica na hipótese de terem sido reservados, pelo devedor, bens ou rendas suficientes ao total pagamento da dívida inscrita.

Art. 185-A. Na hipótese de o devedor tributário, devidamente citado, não pagar nem apresentar bens à penhora no prazo legal e não forem encontrados bens penhoráveis, o juiz determinará a indisponibilidade de seus bens e direitos, comunicando a decisão, preferencialmente por meio eletrônico, aos órgãos e entidades que promovem registros de transferência de bens, especialmente ao registro público de imóveis e às autoridades supervisoras do mercado bancário e do mercado de capitais, a fim de que, no âmbito de suas atribuições, façam cumprir a ordem judicial.

§ 1º A indisponibilidade de que trata o caput deste artigo limitar-se-á ao valor total exigível, devendo o juiz determinar o imediato levantamento da indisponibilidade dos bens ou valores que excederem esse limite.

§ 2º Os órgãos e entidades aos quais se fizer a comunicação de que trata o caput deste artigo enviarão imediatamente ao juízo a relação discriminada dos bens e direitos cuja indisponibilidade houver promovido.

PREFERÊNCIAS

Art. 186. O crédito tributário prefere a qualquer outro, seja qual for sua natureza ou o tempo de sua constituição, ressalvados os créditos decorrentes da legislação do trabalho ou do acidente de trabalho.
Parágrafo único. Na falência:

I - o crédito tributário não prefere aos créditos extraconcursais ou às importâncias passíveis de restituição, nos termos da lei falimentar, nem aos créditos com garantia real, no limite do valor do bem gravado;
II - a lei poderá estabelecer limites e condições para a preferência dos créditos decorrentes da legislação do trabalho; e : (Redação da LC Nº 118 \ 09.02.2005)
III - a multa tributária prefere apenas aos créditos subordinados.
Art. 187. A cobrança judicial do crédito tributário não é sujeita a concurso de credores ou habilitação em falência, recuperação judicial, concordata, inventário ou arrolamento.
Parágrafo único. O concurso de preferência somente se verifica entre pessoas jurídicas de direito público, na seguinte ordem:
 I - União;
II - Estados, Distrito Federal e Territórios, conjuntamente e pró rata;
III - Municípios, conjuntamente e pró rata.
Art. 188. São extraconcursais os créditos tributários decorrentes de fatos geradores ocorridos no curso do processo de falência.

§ 1º Contestado o crédito tributário, o juiz remeterá as partes ao processo competente, mandando reservar bens suficientes à extinção total do crédito e seus acrescidos, se a massa não puder efetuar a garantia da instância por outra forma, ouvido, quanto à natureza e valor dos bens reservados, o representante da Fazenda Pública interessada.
§ 2º O disposto neste artigo aplica-se aos processos de concordata.
Art. 189. São pagos preferencialmente a quaisquer créditos habilitados em inventário ou arrolamento, ou a outros encargos do monte, os créditos tributários vencidos ou vincendos, a cargo do de cujus ou de seu espólio, exigíveis no decurso do processo de inventário ou arrolamento.
Parágrafo único. Contestado o crédito tributário, proceder-se-á na forma do disposto no § 1º do artigo anterior.
Art. 190. São pagos preferencialmente a quaisquer outros os créditos tributários vencidos ou vincendos, a cargo de pessoas jurídicas de direito privado em liquidação judicial ou voluntária, exigíveis no decurso da liquidação.

Art. 191. A extinção das obrigações do falido requer prova de quitação de todos os tributos.

Art. 191-A. A concessão de recuperação judicial depende da apresentação da prova de quitação de todos os tributos, observado o disposto nos arts. 151, 205 e 206 desta Lei.

Art. 192. Nenhuma sentença de julgamento de partilha ou adjudicação será proferida sem prova da quitação de todos os tributos relativos aos bens do espólio, ou às suas rendas.

Art. 193. Salvo quando expressamente autorizado por lei, nenhum departamento da administração pública da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, ou sua autarquia, celebrará contrato ou aceitará proposta em concorrência pública sem que contratante ou proponente faça prova da quitação de todos os tributos devidos à Fazenda Pública interessada, relativos à atividade em cujo exercício contrata ou concorre.

PROVAS DE QUITAÇÃO

Administração Pública (arts. 194 a 280 CTN)

É o conjunto de órgãos e funcionários que o Estado dispõe para exercer as atividades de fiscalização, arrecadação e controle de tributos, julgamento das lides administrativas, garantindo o cumprimento da obrigação tributária, bem como a inscrição de débitos em dívida ativa e a emissão de certidões negativas.

Fiscalização:
Todas as pessoas estão sujeitas à fiscalização, sejam ou não contribuintes, estejam ou não isentas do tributo, bem como quaisquer livros comerciais estão sujeitos a fiscalização tributária.

Para exercer a fiscalização é necessário que a mesma seja feita por pessoas competentes.

A lavratura de um ato de infração deve preceder do termo de início de fiscalização, pois este termo evita a denúncia espontânea tratada no artigo 138 CTN.

O dever de prestar informações ao fisco não é apenas de sujeito passivo de obrigações tributárias, abrange também terceiros. Assim, o artigo 197 do Código Tributário, estabelece que mediante intimação escrita são obrigados a prestar a autoridade administrativa todas as informações de que disponham em relação aos bens, negócios ou atividades de terceiros.

Dívida ativa:

É aquela regularmente inscrita na repartição administrativa competente depois de esgotado o prazo fixado para pagamento, pela lei ou pela decisão final proferida em processo regular.
  • A Dívida ativa regularmente inscrita é liquida e certa até prova em contrário.
  • É líquida, quanto ao seu montante, e certa, quanto a sua legalidade.
  • O executado, se alegar que não deve, ou deve menos, terá o ônus de provar o alegado.
EXECUÇÃO FISCAL - Bens de Sócio - Responsabilidade dos sócios
Substituição Tributária - Mesmo que não conste na Certidão de Divida Ativa o nome do sócio-gerente, não ficam excluídos da penhora os bens do mesmo. Afinal sócio-gerente também é responsável por divida tributária resultante de atos praticados por infração à lei; sendo esta uma hipótese de substituição tributária e responsabilidade principal.
Responsabilidade Principal - Ilícito - Sócio-Gerente- Considera-se o fato de não pagarem, reiteradamente, impostos, durante anos e anos como sendo capaz de transformar a responsabilidade dos sócios em principal. Sendo este caso de Substituição tributária, por prática de ato ilícito, infração à lei(STJ, 1ª T., RE 7.387-0-PR, Rel. Min. Garcia Vieira, j. em 18/11/1992.
ACORDÃO. Vistos, relatados e discutidos estes autos: Acordam os Exmos. Srs. Mins. Da 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, na conformidade dos votos e das notas taquigráficas a seguir, por unanimidade, dar provimento ao recurso, nos termos do voto do Exmo. Sr. Min. Relator. Votaram com o Relator os Exmos. Srs. Mins. Demócrito Reinaldo, Gomes de Barros.Brasília, 18 de novembro de 1992 - GARCIA VIEIRA - ,Pres. Relator.
Art. 201. Constitui dívida ativa tributária a proveniente de crédito dessa natureza, regularmente inscrita na repartição administrativa competente, depois de esgotado o prazo fixado, para pagamento, pela lei ou por decisão final proferida em processo regular.
Parágrafo único. A fluência de juros de mora não exclui, para os efeitos deste artigo, a liquidez do crédito.

Art. 202. O termo de inscrição da dívida ativa, autenticado pela autoridade competente, indicará obrigatoriamente:

I - o nome do devedor e, sendo caso, o dos co-responsáveis, bem como, sempre que possível o domicílio ou a residência de um e de outros;
II - a quantia devida e a maneira de calcular os juros de mora acrescidos;
III - a origem e a natureza do crédito, mencionada especificamente a disposição da lei em que seja fundado;
IV - a data em que foi inscrita;
V - sendo caso, o número do processo administrativo de que se originar o crédito.

Parágrafo único. A certidão conterá, além dos requisitos deste artigo, a indicação do livro e da folha da inscrição.

Art. 203. A omissão de quaisquer dos requisitos previstos no artigo anterior ou o erro a eles relativo são causas de nulidade da inscrição e do processo de cobrança dela decorrente, mas a nulidade poderá ser sanada até a decisão de primeira instância, mediante substituição da certidão nula, devolvido ao sujeito passivo, acusado ou interessado, o prazo para defesa, que somente poderá versar sobre a parte modificada.

Art. 204. A dívida regularmente inscrita goza da presunção de certeza e liquidez e tem o efeito de prova pré-constituída.
Parágrafo único. A presunção a que se refere este artigo é relativa e pode ser ilidida por prova inequívoca, a cargo do sujeito passivo ou do terceiro a que aproveite.

Certidões Negativas:

A exigência de indicação, pelo interessado, dos dados informativos mencionados é de ordem prática, evita-se dúvidas quanto ao destinatário e ao conteúdo da certidão, facilitando assim a sua expedição.

Se existem dúvidas com relação à emissão da certidão, não será expedida, não pode a autoridade alterar os termos do pedido, vale dizer, não pode expedir a certidão em termos diferentes daqueles constantes do requerimento respectivo.

Não sendo possível o fornecimento de certidão negativa, em face da existência de débito, pode a autoridade administrativa fornecer certidão positiva, que em certos casos pode ter o mesmo valor da negativa.

Se o funcionário expediu a certidão negativa sabendo da exigência do débito e agiu dolosamente, torna-se ele pessoalmente responsável pelo crédito tributário e juros de mora acrescidos.

O funcionário também responderá pelo ilícito, conforme o caso, sob o ponto de vista funcional e criminal. Não há impedimento para a punição administrativa e ou criminal, conforme estabelece o CTN, art. 208 e seu parágrafo único.

Art. 205. A lei poderá exigir que a prova da quitação de determinado tributo, quando exigível, seja feita por certidão negativa, expedida à vista de requerimento do interessado, que contenha todas as informações necessárias à identificação de sua pessoa, domicílio fiscal e ramo de negócio ou atividade e indique o período a que se refere o pedido.

Parágrafo único. A certidão negativa será sempre expedida nos termos em que tenha sido requerida e será fornecida dentro de 10 (dez) dias da data da entrada do requerimento na repartição.

Art. 206. Tem os mesmos efeitos previstos no artigo anterior a certidão de que conste a existência de créditos não vencidos, em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora, ou cuja exigibilidade esteja suspensa.

Art. 207. Independentemente de disposição legal permissiva, será dispensada a prova de quitação de tributos, ou o seu suprimento, quando se tratar de prática de ato indispensável para evitar a caducidade de direito, respondendo, porém, todos os participantes no ato pelo tributo porventura devido, juros de mora e penalidades cabíveis, exceto as relativas a infrações cuja responsabilidade seja pessoal ao infrator.

Art. 208. A certidão negativa expedida com dolo ou fraude, que contenha erro contra a Fazenda Pública, responsabiliza pessoalmente o funcionário que a expedir, pelo crédito tributário e juros de mora acrescidos.
Parágrafo único. O disposto neste artigo não exclui a responsabilidade criminal e funcional que no caso couber.

Referência bibliográfica
  • Machado, Hugo de Brito. Curso de Direito Tributário. 26ª ed. São Paulo: Malheiros, 2005.

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